Pessimismo de terceiros não faltou. Talvez soasse meio tolo criar um veículo de informação impresso em plena era digital.
Estamos no momento em que tudo surge nas nossas telas. Pequenos textos de grandes afirmações cospem conteúdo duvidoso nos olhos de quem não procura, quase sempre aceitamos. Tornamos aquilo como verdade e pior, replicamos sem qualquer responsabilidade.

Sem querer parecer conservador, afirmar que apenas a mídia impressa tem valor, no entanto a produção é muito mais onerosa e confiável, especialmente no mundo do arguile. Quando nos propomos a arriscar nessa empreitada, desejamos em comum acordo, trazer à tona assuntos polêmicos e desmistificar falácias, tendo como base argumentos sólidos, moldados em anos de experiência, semanas de pesquisa e testes práticos.

A internet é um belo meio de se adquirir conhecimento e dividir experiências. A rede virtual não é nossa rival, pelo contrário nos ajuda a divulgar o trabalho, novas edições, parceiros, agrega valor à revista que está completando apenas um ano de existência, de dedicação à cultura e valor dos leitores.

O que podemos dizer é que a web proporciona uma série de fontes de informação. Corretas? Nem todas. Por isso, afine cada vez mais o seu senso crítico para que ele possa auxiliar na escolha dos meios verdadeiros e imparciais, que ajudarão no progresso da cultura do arguile com conhecimento e embasamento nas informações. Se bem estruturado o impresso jamais perderá o seu valor. E a HBE mostrou e ainda mostrará muito para você, caro leitor e amigo que nos acompanha bimestralmente em nossas edições.

Que a propagação dessa paixão seja feita de todas as formas possíveis. Quanto mais amor à cultura, mais engajados seremos. Sejamos menos críticos e exigentes com quem procura agir certo e se esforçando para trazer um mundo mais amplo, trazer uma nova forma de pensar sobre o universo da shisha.

E viva a HBE por mais anos e anos, trazendo a boa informação com um gosto de quero mais.

Por: Gabriel Sakamoto e Sidney Gritti