Quando falam de março, lembro de Jobim, “são as águas de março fechando o verão”, é importante ressaltar que passamos o mês de março e não pudemos homenagear as mulheres que hoje fazem cada vez mais parte da economia de nosso País. Por falar nisso, o arguile por questões culturais é de certa forma “restrito” apenas aos homens, já no Brasil esse público encontra-se em uma crescente, contando com opções personalizadas e toques femininos.

O mês de Maio, também é delas. O dia das mães reforça a necessidade, não apenas lembrar da mãe, mas da mulher como líder, que nunca te deixou, buscou levar o melhor a você e a família e que apoia suas decisões, além do amor incondicional que só uma mulher sabe oferecer e sentir.

A jornalista Gabriela Bacelar contou a HBE sobre sua experiência com o arguile: “Conheci através dos meus amigos, sempre tinha um com arguile em festas ou em reuniões em casa e foi me chamando atenção, até o dia que eu ganhei um. Hoje é meio que uma válvula de escape depois de um dia estressante. Sempre busco por novidades, seja uma mangueira ou rosh novos e as essências são um caso a parte, estou começando a meio que refinar meu gosto, porém qualquer novidade é sempre bem-vinda” e continua “Eu fumava cigarro, sempre tentei parar, mas era complicado. Desde que comecei a curtir o arguile, o que tem pouco tempo, não sinto mais falta de cigarro, tenho até mais fôlego que antes e pratico esportes sem parar a cada cinco minutos por estar sem ar”.

Porém há mulheres que são apreciadoras há mais tempo, como a advogada Fabíola Gonçalves, que começou a fumar aos 15 anos depois de ganhar um arguile de uma amiga, mas de 6 anos pra cá fuma com mais frequência, “desde que comecei a namorar, fumo com mais constância e por isso fui me interessando cada vez mais pela cultura, produtos, modo de preparo e a qualidade das sessões”.

As mulheres que estão iniciando ou já apreciam o arguile a mais tempo concordam que, independe a hora ou lugar, a roda de amigos ou aquele tempo mais íntimo, as sessões são de fato, um tempo pra descontrair e relaxar, ou mesmo, um auxiliar na tomada de grandes decisões. Mostrando que a nossa cultura, além de estar em expansão, é uma forma de manter tradições, as pessoas se desligam um pouco dos celulares e aproveitam aquele momento.

Atualmente, como em todas as áreas, o meio do arguile tem se aberto muito ao público feminino, não apenas como consumidoras, mas também como empresárias. E com delicadeza e bom gosto, as mulheres, mais uma vez, provam que não existem fronteiras entre os sexos. E muito menos “isso é coisa de homem”. Quando se trata de arguile, todos e todas são muito bem-vindos, agora, bora montar o rosh?

Por: Sidney Gritti