Por diversas vezes é dito no universo em vivemos, youtubers e fumetas, que o arguile tem suas particularidades e desde sua chegada e popularização no Brasil, vem sendo alvo de críticas, polêmicas, proibições e até mesmo segmentação.

Sabe-se que o arguile é um tipo de tabagismo, disso jamais poderíamos discordar (salvo essências que não são a base de tabaco e não possuem nicotina), e dessa forma temos que olhar para tal como um concorrente direto, certo? ERRADO. Não é porque temos no mercado outros tipos de tabagismo, como o cigarro, que devemos impor o mesmo tipo de regulamentação. Porém, tendo em vista o cenário atual e analisando eventos nos quais era liberado o uso de arguile por seus convidados, a regulamentação deve sim existir de forma rígida.

Conforme a lei, qualquer objeto fumígeno (que produz fumaça) deve somente ser utilizado em locais abertos e que não sejam públicos, tendo um local reservado apenas para a utilização do mesmo. O tabagismo é sim prejudicial à saúde, a propósito, vários estudos indicam que o nosso pulmão está ali apenas para a funcionalidade de respirar ar puro. Regularizar os fumos que estão no Brasil para que conste a informação de que causam danos à saúde, é valido.

O consumo por menores de idade não deve existir. Além de nocivo, é um meio no qual o organismo recebe uma quantidade diferente da que nosso corpo produz de nicotina e pode causar problemas à saúde.

Da mesma forma que um menor de idade não pode ter um hábito tabagista perante a lei, o mesmo consegue comprar uma garrafa de qualquer bebida que ele queira com uma facilidade enorme? Quem é punido? O estabelecimento? A regulamentação cria dois pesos diferentes para ambos os casos. Sim, a bebida também faz mal, é nociva à saúde e de certa forma até mesmo “alucinógena”.

Se vamos ser rigorosos com uns e maleáveis com outros, se vamos ser impositivos com uns estabelecimentos e apenas conversar com outros, não impedindo o seu funcionamento. Vamos fazer tudo igual e fazer a lei realmente fazer o seu papel.

Por: Hookah Drink