De retângulos à hexágonos, que podem se transformar em cubos e terminar em formatos arredondados. O carvão para arguile sofreu uma série de mudanças de composição e desenho, focando sempre na satisfação máxima do consumidor. Ou será que nós que nos adaptamos a eles? Cito isso devido à própria experiência quando me dei de cara pela primeira vez com um carvão de formato cilíndrico. Até então os cúbicos e flats eram os únicos que desempenham 100%, de acordo com meu método de preparo. Após inúmeras tentativas, a adaptação aconteceu e o hexagonal viria a ser o mais usado até o prezado momento.

Mas dentro de tantos desenhos, formatos, composições e tamanhos, fica a pergunta: será que veremos um novo tipo de carvão dominando o nosso mercado? A fibra de coco reinará por um longo período? Surgirá um formato revolucionário e popular? Faço o seguinte questionamento, pois a evolução sempre acontece e nunca paramos para analisar sobre o que pode vir a seguir em nosso mundo único da shisha.

Acredito que nos tempos atuais, principalmente se tratando de Brasil, a inovação pode ser barrada pelo preço visto que esse segmento não há gigantes disparidades em preço e qualidade. Ganha aquele que for melhor, que tiver mais disponibilidade de produto nos grandes centros e claro, a marca que possuir o melhor custo-benefício já que o carvão é um produto essencial para o ato de fumar, ao contrário de acessórios que são os famosos “plus” de sua sessão.

Fique atento para mais novidades, podemos ter mudanças ou não em nosso mercado. Mas lembre-se: qualidade em primeiro lugar, pois uma boa fonte de calor pode ser trabalhada de diversas formas em cima de uma cuba, independente de seu tamanho. E como bons brasileiros, o céu é o limite para as nossas adaptações.

Por: Gabriel Sakamoto