Autor: Sidney Gritti

Matéria | A Banalização dos eventos

O arguile no Brasil, mesmo indiretamente, vem se destacando como um importante setor da economia informal. De alguns anos para cá cresceu o público adepto, as vendas, as marcas e os eventos. Escorregando como um ‘bagre ensaboado’ no mercado de um país que vive uma das piores crises econômicas de sua história.

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Matéria | Do coco para o mundo

Assim como a cultura atual o arguile/narguilé, ou em países de língua inglesa hookah/shisha tem sua procedência contraditória. Uma das teorias prováveis conta que os primeiros exemplares procediam de uma região da Índia quase fronteira com o Paquistão. Lá um médico teria desenvolvido para retirar as impurezas existentes junto a fumaça, o coco era utilizado como matéria-prima.

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Matéria | E ai mina, casou com a mangueira?

Quando falam de março, lembro de Jobim, “são as águas de março fechando o verão”, é importante ressaltar que passamos o mês de março e não pudemos homenagear as mulheres que hoje fazem cada vez mais parte da economia de nosso País. Por falar nisso, o arguile por questões culturais é de certa forma “restrito” apenas aos homens, já no Brasil esse público encontra-se em uma crescente, contando com opções personalizadas e toques femininos.

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